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Ilustrativa |
Uma mulher de 53 anos, moradora do bairro Santa Fé, está sendo investigada pela Polícia Civil do Mato Grosso do Sul por supostamente oferecer oportunidades de capacitação profissional que envolviam custos para os candidatos. A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (DECON), aponta que ela utilizava grupos de WhatsApp para identificar jovens em busca do primeiro emprego.
Segundo apurações, a mulher entrava em contato com esses candidatos e os convidava para um processo seletivo, onde eram submetidos a testes de conhecimentos gerais e avaliação emocional. Durante a seleção, informava que a admissão dependia da realização de cursos pagos, abrangendo áreas como empreendedorismo, inglês, informática e inteligência emocional, com valores que giravam em torno de R$ 500,00, variando conforme a duração.
O caso veio à tona quando uma mãe, desconfiada, procurou as empresas mencionadas no processo e constatou que as vagas anunciadas não existiam. Com isso, a situação passou a ser tratada como possível estratégia para obtenção de vantagens financeiras através da venda de cursos.
A Polícia Civil reforça a importância de verificar a idoneidade de ofertas de emprego e orienta que consumidores analisem contratos cuidadosamente, evitem tomar decisões sob pressão de ofertas limitadas e consultem órgãos de defesa do consumidor antes de assumir qualquer compromisso financeiro. Empresas sérias, que utilizam intermediários na contratação, normalmente são responsáveis pelos custos do processo seletivo.